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Deus age nas mínimas coisas

“Que Deus, nosso Pai, e o Senhor Jesus Cristo lhes deem graça e paz”.

Quem não se admira com a grandeza e a majestade do universo? Quem não fica extasiado diante da floresta amazônica, das montanhas do Himalaia, da cordilheira dos Andes, da beleza e da força dos oceanos? Quem não fica atemorizado com a força dos ventos, dos tufões e das chuvas torrenciais? Somem-se a isso, as grandes obras humanas como o Cristo Redentor no Rio de Janeiro, a torre Eiffel em Paris, o Big Ben de Londres, as pirâmides do Egito, os grandes edifícios com quase 500m de altura, e tantas outras obras da inventividade humana.

Porém, quem é capaz de ficar admirado, e até extasiado, diante de fatos considerados insignificantes, sem expressão, sem “glamour” que chamariam a atenção apenas de pessoas que desenvolveram sua percepção para observarem essas coisas? Pois bem, a Bíblia nos convida a olhar para fatos que fogem da percepção da maioria das pessoas: “Não desprezem os começos humildes, pois o Senhor se alegra ao ver a obra começar” (Zacarias 4:10a). Jesus disse a mesma coisa quando falou de fidelidade e honestidade: “Se forem fiéis nas pequenas coisas, também o serão nas grandes. Mas, se forem desonestos nas pequenas coisas, também o serão nas maiores” (Lucas 16:10). Vejam que as sementes que geram grandes árvores são pequenas, algumas, minúsculas, mas é delas que surgem as grandes florestas, por isso é sabedoria observar coisas que parecem sem valor e podem até passar desapercebidas, mas que geram grandes coisas. Aliás, as grandes construções são feitas a partir da somatória de pequenos tijolos.

Meus irmãos, que abramos os nossos olhos e preparemos os nossos corações para perceber o agir de Deus nas mínimas coisas do cotidiano, e aprendamos a louvar a Deus por elas. Agradeçamos por uma noite de sono; agradeçamos porque temos uma cama para dormir, um cobertor para nos proteger do frio, uma casa para morar, uma refeição para matar nossa fome, um copo de água para beber, uma família para afastar a nossa solidão, uma Igreja para congregar, uma Bíblia para ler e ser instruído por Deus, enfim, temos muito a agradecer e ser feliz. Por que desprezar todas as bênçãos que Deus nos concede a todo instante e não valorizá-las, achando-as insignificantes, como os israelitas no deserto que chamaram o maná que Deus lhes dava todas as manhãs de “pão vil”? Meus irmãos, “Não desprezem os começos humildes, pois o Senhor se alegra ao ver a obra começar”.

Deus vos abençoe, meus irmãos, juntamente com vossas famílias. Amém!

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